quinta-feira, 27 de junho de 2019

The promised Neveland



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Resenha do anime "The promised Neveland".



História contada em 12 episódios.

Crianças são seres doces, gentis e que precisam de cuidados especiais.

Em um mundo desconhecido, 38 crianças compartilham a mesma casa como num orfanato. De tempos em tempos, algumas são adotadas e jamais retornam para fazer uma visita ou sequer enviar uma carta. Talvez elas estejam tão felizes no novo lar que não lhes sobra tempo para dar um sinal de vida. Era o que a grande maioria dali pensava.

Eles têm todo o amor naquele lugar ao qual chamam de lar. Uma mulher, que todas as crianças chamam de "Mãe", na verdade, não é a mãe verdadeira delas. Mas isso pouco importa para elas, porque todos são felizes ao lado dos irmãos que também não são de sangue.

Chega o dia de mais um irmã ir embora. Os garotos se reúnem e choram pela partida da menina. Há um misto de tristeza e alegria na Casa Grace Field. Os mais velhos logo percebem, após a despedida acalorada, que a garotinha esqueceu seu brinquedo favorito para trás. Pensando no bem estar da criança, decidem quebrar uma das regras mais importantes do lar e atravessam o portão da frente. Uma regrinha que seria boba, mas não ali. As escolhas deles têm consequências pesadas e um simples ato de bondade acaba de maneira abrupta com a pacífica rotina daquelas crianças. -



Minha opinião 

Anime do ano! Pronto, acabou. Hahaha Não, vamos falar direito aqui. Esse anime tem tanta coisa boa. Tem mistério, suspense e te deixa com os cabelos em pé. É uma história que recomendo demais pela trama arrumadinha, pelos personagens cativantes e por me fazer sentir como se eu estivesse em cada situação. Eu vibrei, vibrei demais por alguns personagens. Ri, fiquei revoltada, quase soquei o monitor, mas é a vida. Vale muito a pena!
⭐⭐⭐⭐⭐

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Sobre a FAMÍLIA

          

         15:49 da tarde de uma quinta-feira nublada. Ventilador ligado, soprando o vento pelo quarto, celular no silencioso e o computador ligado. Nele, eu buscava alguma forma de passar o tempo, enquanto amadurecia o tema do dia e acabei mudando o que iria dizer aqui. Na tela ligada e na caixinha de som aos meus pés, eu assisti e ouvi aquilo que faltava para ligar o botão da inspiração e que me faria decidir arrastar os dedos pelo teclado e desabafar sobre o que vi na minha telinha: a família.
         O programa Tamanho Família, da Rede Globo de Televisão, me fez refletir enquanto assistia ao programa, que família é tudo igual independente de como o seio familiar é formado. Não que as deles fossem diferentes da minha, mas eu me vi pensando em outros modelos não-tradicionais e concluí: é idêntico, pois o que conta mesmo é o amor.
          A família de Zulu, um ator da mesma emissora e Otaviano Costa, apresentador do Vídeo Show, trouxeram aquele sentimento bom que vivenciei/vivencio ao longo dos meus trinta anos. Me foquei mais no primeiro e por isso falarei apenas sobre ele. 
          Ele levou sua família ao palco e vi tantas semelhanças entre nós que, ao fim do programa, eu me emocionei de verdade. A humildade na narrativa daquela família, no toque das mãos, no abraço que cada um deles gostava de dar e no olhar cheio de amor daquela mãe, a doce Regina. Quando seus filhos falavam, ela prestava toda a atenção possível neles. Ali, você via o que ela mais zelava, ao demonstrar em simples toques no ombro do mais novo, no afago e na postura diante de toda a plateia. Mas, embora todos estivessem emocionados por estarem juntos, contando seus causos e entregando quem era o mais esquecido da família - Zulu, cof cof -, não deixaram o lado cômico de lado. Aqueles quatro eram muito unidos e engraçados. Entre algumas piadas e questões, surgiu a pergunta que deu início ao segundo momento mais emocionante do programa: quem era a inspiração do ator? Sem muito pensar e com a voz embargada, ele respondeu que seu pai e irmão eram seu norte e sul, e complementou com o quanto eles significavam para ele. Quebrando - sem querer - o clima emocionado da narrativa do filho, Dona Regina logo disse: "E eu?" A plateia inteira riu, porém reconheci nesse gesto dela a minha própria mãe, que também se sentiria excluída caso alguém falasse sobre todos e a deixasse de fora. Logo, o sorriso da matriarca surgiu quando o filho se retratou. #SomosTodosDonaRegina, é claro. 
       Ao fim do programa, eu não consegui mais segurar a emoção e meus olhos quase derramaram algumas lágrimas ao ver a filha do participante cantar para ele. A menina tem talento para o palco!
      E, para finalizar, a lição que foi reafirmada para mim, foi: isso é família. Não importa se você brigar com seu irmão mais novo/velho, reclamar da música alta do seu pai, de ter que arrumar a cama que sua mãe pediu desde de manhã, ou se estiver passando por um problema "real", como um momento triste, feliz, alto, baixo, mediano... eles estarão lá para te acolher, como foi falado nos depoimentos dos participantes do programa, e também pela nossa experiência de vida. A minha, principalmente.
           Independentemente do papel que cada um exercer no grupo, do título, do rótulo, da ocupação; pai, mãe, irmão, tio, madrinha, avô, avó... todos eles são importantes! Eles são o nosso alicerce.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Sobre TERRACE HOUSE

     



         Fim de noite, lá pelas onze horas, zapeei indecisa pelos programas da Netflix, e esbarrei num reality show. Estava, como dizem, órfã de programas assim, então embarquei nesse que parecia ser interessante.
         Estou acostumada a assistir variados tipos de programas, mas esse é de uma forma bem particular, pois não exalta a cultura americana, muito menos a brasileira. Fã de animes, pensei que encontraria nesse uma versão liveaction do que havia aprendido sobre a cultura japonesa e seus costumes, porém quebrei a cara!
         Terrace House é uma série, original da Netflix, onde não há roteiro. Eles providenciam uma casa (e que casa!), dois carros e filmam 24h seis jovens japoneses (3 mulheres e 3 homens), podendo ser até mestiços. Eles levam uma vida normal: saem da casa, trabalham, interagem com os moradores... Enfim, têm vidas normais como qualquer um, diferente dos reality shows que já assisti A única semelhança é ter que dormir naquela casa todos os dias, e só.
         A cultura japonesa, antes conhecida, enriqueceu. Eles são diferentes de nós e algumas coisinhas se destacaram, como as camas (achava que só acontecia nos animes), a maneira de sorrirem (se eles forem dar uma gargalhada alta, eles cobrem a boca com a mão), e a mais "impactante" para mim: o namoro.
        Aqui no Brasil, principalmente nos programas que estamos acostumados a assistir, não demora muito e bum, casal! Lá não, e o processo da paquera pode levar meses! Ainda bem que as temporadas da série são loooongas, e assim dá tempo de acompanharmos a evolução de um casal; de simplesmente colegas de casa até o tão esperado beijo, seguido do pedido de namoro. Ou o contrário. Um dos participantes disse que, para ele, o pedido de namoro tinha que vir primeiro. E, para meu espanto, ele não foi o único a estabelecer essa regra.
        Não foi um choque para mim, para quem já está acostumado com a cultura brasileira isso pode ser diferente.
        Ver um casal finalmente ficar junto é comparado, talvez, a final da Copa do Mundo. A expectativa em torno do que pode acontecer é tanta que, ao ver o casal junto, após longas semanas/meses de indiretas, conversas entre os colegas da casa, encontros, presentes, palavras sussurradas e até o tão esperado beijo, dá até para comemorar com gritinhos de "yay", soltar fogos de artifício e coisas do gênero.
         Eles são muito reservados - e eu respeito isso demais. O bom de acompanhar coisas de fora, sem ser do que estamos acostumados, enriquece a nossa cultura e nos faz enxergar que há muitos outros meios de vida, hábitos e coisas novas a aprender. Quando lidamos com o novo, o novo passa a ser interessante e, por que não, uma forma de nos fazer refletir? Podemos, inclusive, pegar alguns dos seus bons exemplos, como o respeito pelo próximo, tirar o calçado antes de entrar em casa, e ouvir o outro antes de pensar em interromper. Isso é algo que eu estou trazendo para a minha vida e incorporando aos meus costumes.
          Eu poderia fazer uma lista do que aprendi ao ver mais de "perto" essa cultura, mas pararei por aqui. Fiquem à vontade para assistirem à série e tirarem suas próprias conclusões. 
         É estranho à primeira vista? Sim, é, porém se você for analisar com a cabeça aberta, logo se tornará normal.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Sobre a FALTA de VONTADE


         
          Sentada em minha cadeira, enquanto digito aqui e espio o tempo nublado pelo janela, me pergunto: "O que está acontecendo comigo?" O tempo está passando, as horas voando e eu não fiz nada do que pretendia fazer durante o dia. A sensação é de arrastar um grilhão e ver o borrão do dia correr diante dos meus olhos.
          Eu não costumo espalhar meus problemas por aí. Meio que sou uma pessoa fechada, entende? E foi devido a muitos problemas pessoais que passei a tomar essa atitude. Então, muitas das coisas que acontecem comigo eu guardo para mim, e meio que estou enfrentando algo assim nesse momento. É quase como um diário virtual esse blog e, sabendo que estou sob o manto da "identidade protegida", decidi desabafar sobre isso.
          Há dias em que acordamos e nos sentimos tão bem conosco, que alguns frizzes nos cabelos não vão acabar com a nossa felicidade. A gente se sente linda de qualquer jeito e isso basta, apenas. Porém, e quando o contrário acontece?
          Quando surge a falta de vontade, nem passar um creme nos pés, testar um batom novo, comprar uma blusinha pela internet e cuidar da aparência parece adiantar. O tempo parece demorar uma vida, os vídeos do Youtube já não servem mais como um meio de arrancar risadas, e você se sente pesada. Não estou falando sobre o peso corporal. Não... é como se carregássemos uns 30kg nas costas e nada vai tirar aquele peso morto dali, a não ser o tempo.
           Ah, o tempo. Dizem que ele é remédio para muitas coisas. Gostaria que, às vezes, a vida fosse como num filme e pulassem a parte ruim. Na legenda, sob minha imagem, alguém escrevesse "algum tempo depois", e eu estaria linda, plena e sorridente. Realizada, feliz e com meu sonho tornado realidade. 
Refletindo sobre isso agora, me vejo em uma outra questão: reclamar sobre o que não tenho ainda vai adiantar? Daqui a algum tempo, se eu não fizer nada, a legenda "algum tempo depois" vai aparecer debaixo da minha foto, sim. Porém, a imagem não vai ser muito diferente da que está no meu presente.
         Após organizar os meus pensamentos (sim, eu penso enquanto escrevo), acho que estou até me sentindo melhor depois de colocar esse incômodo para fora. Sinto que não carrego mais os 30kg (15kg agora) de antes, e até o sol surgiu na minha janela. 
A minha vida é um filme ou o quê? Até o tempo decidiu cooperar! Antes, o tempo estava nublado, bem escuro e até sentia uma pontada de dor de cabeça e na nuca. Agora não. É isso: escrever me faz tão bem... É algo que gosto de fazer e que procrastino demais às vezes, por não ter nenhuma ideia do que falar.
          Acredito que meus pensamentos são confusos, desfocados, desconexos... Eu tento, tento bastante controlar o fluxo de ideias que correm diante dos meus olhos, e que meus dedos não conseguem acompanhar por ser tamanha a confusão do meu cérebro.
Pensando bem, acho que vou testar aquele novo esmalte, ajeitar o cabelo e ler mais um capítulo do livro que comecei. Quem sabe, conversar com um novo alguém e mudar um pouco a minha rotina. Quebrar rotinas é um problema para mim! Sair da zona de conforto pode - e deve - me tirar da bolha em que vivo ao experimentar coisas novas. Daí, onde encontrarei tempo para lembrar daquilo que me falta?
         Além, é claro, de ter colocado tudo o que me incomodava para fora. 
         Ei, vamos ver o mundo do lado de fora da janela em que vivemos! Dê alguns passos para fora de casa, jogue o peso no meio do caminho e junte-se aos demais. Alguns minutos de conversa poderão fazer você - e eu -, esquecer dos nossos causos de vida. Ouvir o outro faz com que os nossos problemas sejam colocados em segundo plano e, num instante, encontraremos meios para lidar com esse monstro de 30kg. Outra perspectiva, um novo olhar, entende? O copo "meio vazio" tornar-se-á "meio cheio".
         No entanto, se nada disso adiantar, aqui vai um adendo: caso tiver problemas para sair da rotina, busque fazer algo que ama. Pois, a partir do momento em que colocar a mão na massa, a falta de vontade ficará obscurecida pelo prazer de ver aquilo que ama ganhar forma.

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Sobre ESPERAR


             
              Eu tenho um sobrinho de quase 2 anos e estou acompanhando de perto como ele aprende coisas básicas, como: comer sozinho, dormir nos horários certos e aprender a esperar.
              Bem... nós, adultos, já passamos por tudo isso, assim como ele. No entanto, hoje a gente pode dizer que aprendeu a esperar - mas a verdade não é bem essa.
              Quem nunca ficou ansioso pela resposta de uma entrevista de emprego, uma encomenda feita pela internet ou até o crush ficar online para poder conversar com ele? É, o mesmo acontece comigo agora, porém a minha espera não faz parte desses exemplos que dei - também não posso mencionar aqui; seria antiético da minha parte. Mas, estou tendo que reaprender, como se tivesse novamente 2 anos de idade. Eu gostaria de fazer um milhão de coisas para que esse tempo passasse logo, a resposta viesse à jato, entrar em contato, porém a única coisa que posso fazer é esperar. A minha ansiedade não pode atropelar o caminho que ainda será traçado - e que poderá se perder -, caso eu decida adiantar alguns passos. Posso, inclusive, ser descartada como uma possibilidade se eu ultrapassar o limite do profissionalismo e derramar em cima deles o meu caminhão pesado chamado "agonia". Sim, eu estou agoniada, tensa, receosa e muitos outros adjetivos que acompanham alguém em busca de uma resposta positiva.
              Afinal de contas, todos nós queremos uma resposta positiva. É certo o que dizem acerca do "não", você já ouviu falar? O "não" nós já temos, e a nossa escalada é porque estamos em busca do "sim". Pouco a pouco, devagar, sem pressa, passos de bebê, e um dia chegaremos lá. Para justificar essa etapa da vida e nos "forçar" a entender essa luta, mencionam muito aqueles ditados populares: "Apressado come crú", "A pressa é inimiga da perfeição", e alguns outros que não lembro nesse momento. Mas, eles não estão certos? Quem "coloca o carro na frente dos bois" não chega a lugar algum e permanece frustrado por não saber esperar. 
              Sim, amiguinho: a culpa é sua sim! Tenha pressa, não.
              A vida é feita de etapas, como acontece com as crianças. Nós levamos esses ensinamentos aos nossos pequenos, para que eles possam entender toda a jornada envolvendo o ato de esperar, então repetimos o que aprendemos, com nossas próprias experiências e passamos para frente a maneira como lidamos com as dificuldades da vida em certos momentos. Tudo tem o seu tempo certo. 
             Ora, nós não queremos que eles apanhem da vida da mesma forma que, um dia, nós fizemos. Queremos minimizar/evitar a dor que um dia sentimos, porém algumas vezes eles só aprenderão na marra, quebrando a cara e assim aumentarão a bagagem de vida, ou a experiência. A vida vai desempenhar o papel de ensinar; uma pena que ela é dura e cheia de pegadinhas. Eles verão que chorar, espernear, gritar e muitos outros não farão as coisas caírem do céu.  Ah... quem dera se tudo fosse fácil, não é mesmo? Mas, cá pra nós, se fosse fácil a gente daria o mesmo valor? Espera... Temos outro ditado: "O que vem fácil, vai fácil." Engraçado que há muitos ditados acerca do ato de esperar, porém eles são válidos. O que vem com dificuldade, luta, dor e sacrifício são as coisas que mais preservamos, não é certo?
             Então, vamos aproveitar a jornada (algumas vezes fácil, outras nível hard) na escalada do sucesso. Sucesso não é ser famoso, distribuir autógrafos, e etc. Nesse caso é conquistar o resultado positivo, ok? A escalada da vida, dizem, ser a mais prazerosa. E eu concordo. Não é a primeira vez que tenho que esperar por algo, assim como você. Portanto, que tal aproveitar o hoje e deixar o amanhã para amanhã? Quem vive no futuro não aproveita o presente, amiguinho. Que tal fazermos como as pessoas dizem; aproveitar o tempo durante a espera, pisar com cuidado naqueles negocinhos para escalar a montanha e, quando chegar ao tempo, poder dizer a todos que valeu a pena esperar? Não é esse o ensinamento que você gostaria de transmitir aos demais?

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Quando BATE a DECEPÇÃO


         


          Quase um ano (ou mais que isso), eu decidi voltar. Voltei com o mesmo intuito que anteriormente - melhorar minha escrita e desabafar para o "mundo". Por que está entre aspas? Bem, porque sei que ninguém lerá - e esse não é o meu intuito. Não pretendo ganhar fama através de um post de blog. A intenção, como disse anteriormente, é aquela ali.
           O texto a seguir contém um enorme desabafo, sobre algo que aconteceu comigo e acho que ficarei melhor se colocar isso no "papel". É sobre um histórico de decepções com alguns amigos meus, mais precisamente uma. Às vezes, a gente costuma jogar todas as nossas expectativas em cima do outro; confiamos, entregamos nossas confissões e assim nasce a confiança. Com alguns passos entre o que descrevi na outra linha, mas é basicamente isso que acontece. Então, com a confiança estabelecida, o laço fica cada vez mais forte e você se vê dizendo coisas que nunca falaria para os seus familiares, por exemplo. Mas, tudo bem, afinal: é seu amigo. Com os amigos, a gente pode contar... certo?
           É, eu pensava assim.
           Eu acreditei, confiei, depositei minha confiança nessa amizade e deu tudo errado, e hoje em dia eu tenho problemas em acreditar nos outros. Como eu vou sair dessa? Só o tempo dirá...

P.S.: Acabou nem sendo tão grande assim... ^^

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Primeiros passos para quem deseja ESCREVER um LIVRO



Olá, pessoal! 

Hoje posso dizer que tenho um pouquinho de experiência na escrita de livros. Comecei a escrever no Wattpad há quase 2 anos e hoje tenho quase 3 livros escritos, e num deles ganhamos o Wattys2016. Se tive medo? Claro que sim, porém se eu consegui, por que você não conseguirá?

Quem nunca quis começar a escrever um livro e nunca soube por onde começar? Através do infográfico que fiz, listei 5 itens principais que devem conter em todos os processos. E, se você deseja acrescentar outro que talvez eu tenha esquecido, deixe seu comentário abaixo para juntos ajudarmos a nossa literatura crescer mais e mais.